sexta-feira, 5 de julho de 2013

OBSERVAÇÃO HISTOLÓGICA DE ORGANELAS CITOPLASMÁTICAS


AULA PRATICA N°10

OBSERVAÇÃO HISTOLÓGICA DE ORGANELAS CITOPLASMÁTICAS 

1. Introdução

O citoplasma é o espaço intra-celular entre a membrana plasmática e o envoltório nuclear em seres eucariontes, enquanto nos procariontes corresponde a totalidade da área intra-celular. O citoplasma é preenchido por uma matéria coloidal e semi-flúida denominada citosol, e neste fluido estão suspensos as organelas celulares.
As Organelas Citoplasmáticas são estruturas das células animais e vegetais, e que desempenham importantes funções.


2. Objetivo

Identificar organelas celulares ( Complexo de Golgi e Reticulo Endoplasmático) relacionando-se a suas funções nos órgãos avaliados.

3. Material Utilizado

·         1 Microscópio óptico ( Nikon E200  – 861274 )
·         Laminas n°73 e 68 do laminário em histologia.

4.  Procedimentos

·      Obteve-se um corte histológico a traqueia (lamina n° 73) e pâncreas  (lamina n°68)
·      Colocou-as sobre o microscópio para serem analisadas.


5. Resultados

Lamina n° 68


Pode-se perceber cada região do órgão do pâncreas.


Foto : Emannuelle Alves -  Figura 01 – Objetiva 4x



Pode-se perceber o citoplasma e o núcleo 

Foto : Emannuelle Alves -  Figura 02 – Objetiva 40x



Pode-se perceber glóbulos que separam os conjuntos das células
e também núcleos e citoplasma.

Foto : Emannuelle Alves -  Figura 03 – Objetiva 100x com o auxilio do óleo de imersão. 



Lamina n° 73


Pode-se perceber a célula caliciforme.
  Foto : Emannuelle Alves -  Figura 04 - Objetiva 40x


6. Conclusão


Não foi possível observar detalhadamente as estruturas celulares presentes nas células, Foi possível ver nitidamente as Células caliciformes, que são células mucosecretoras, em formato de cálice (na figura 03) e distinguir o extremo da membrana plasmática e os núcleos.



7. Referências bibliográficas


LACERDA, G. A. Manual de Aulas Práticas em Biologia Celular. Janaúba: UNIMONTES, Faculdade de Zootecnia, 2013.

ORGANELAS CITOPLASMÁTICAS. Grupo Escolar <disponível em:>

http://www.grupoescolar.com/pesquisa/organelas-citoplasmaticas.html

PLASMÓLISE E DESPLASMÓLISE EM CÉLULAS VEGETAIS


AULA PRATICA N° 9
PLASMÓLISE E DESPLASMÓLISE EM CÉLULAS VEGETAIS
1. Introdução
A plasmólise é a retração do volume das células por perda de água. Este fenômeno se dá quando a célula é colocada em meio hipertônico, ou seja, quando o meio exterior é mais concentrado que o citoplasma e a célula perde água por osmose.
Desplasmólise é o fenômeno inverso da plasmólise, isto é, quando a célula plasmolisada (desidratada, murcha) é colocada em um meio hipotônico, retorna ao seu volume original. Ou seja, se a célula plasmolisada for retirada da solução hipertônica e colocada em solução hipotônica, ocorrerá a desplasmólise, com a célula, assim, voltando ao seu estado normal.

2. Objetivo

Determinar o efeito da concentração do soluto nas células vegetais pela plasmólise e desplasmólise.

3. Material

01 Microscópio óptico
02 Lâminas
02 Lamínulas
01 Catafilo de cebola Allium cepa L. ( liliaceae)
01 Folha de Tradescantia purpurea
02 Placas de Petri
01 Corante Azul de Metileno
01 Lâmina de barbear
01 Pincel
01 Pinça
01 Pipeta de Pasteur

3.1. Soluções

Água destilada

4. Procedimentos

·         Misturou-se  a água destilada com açúcar deixando a solução bem concentrada;
·         Com o auxilio de uma lâmina de barbear retirou-se a epiderme da parte externa dos catafilos de cebola;
·         Colocou-se os cortes obtidos em água destilada contida na placa de petri;
·         Logo após colocou-se sobre a lâmina as cortes com a ajuda do pincel;
·         Pingou-se uma gota de água destilada sobre o catafilo;
·         Colocou-se a lamínula sobre o mesmo;
·         Observou-se o material pelo microscópio;
·         Com o auxilio da pipeta de Pasteur pingou-se uma gota da solução de sacarose na lateral da lâmina;
·         Repetiu-se o mesmo procedimento com a folha de Tradescantia purpúrea.


5. Resultados

Catafilo da cebola aumentado 4X mais do que o seu tamanho real.

 Foto : Emannuelle Alves -  Figura 01

Catafilo da cebola aumentando 10X mais do que o seu tamanho real.


Foto : Emannuelle Alves -  Figura 02




Folha a folha de Tradescantia purpúrea aumentada 4X mais do que o seu tamanho real.


Foto : Emannuelle Alves -  Figura 03



6. Conclusão 

Este fenômeno só ocorre em condições experimentais, uma vez que, na natureza os organismos não só se adaptaram às condições do seu meio ambiente, mas também pelo fato da membrana celular ser uma membrana seletiva, no que respeita à troca de íons. Com exceção da condição de alagamento das vias aéreas, como num afogamento, em que a troca de líquidos do meio extra para o intracelular e vice-versa pode ocorrer.



7. Referencias

PLASMÓLISE, Wikipédia. <disponível em>: http://pt.wikipedia.org/wiki/Plasm%C3%B3lise

DESPLASMÓLISE, Wikipédia. <disponível em>: 

 LACERDA, G.A. Manual de Aulas Práticas em Biologia Celular. Janaúba: UNIMONTES, Faculdade de Zootecnia, 2013.

CICLOSE - UM MOVIMENTO CELULAR


AULA PRATICA N° 08
CICLOSE - UM MOVIMENTO CELULAR

1. Introdução

A ciclose é um movimento citoplasmático circular que ocorre ao redor do vacúolo central nas células vegetais. Esse movimento arrasta organelas e várias substâncias presentes no citoplasma da célula. Assim tem como suas principais funções levar os cloroplastos para a parte mais externa do citoplasma facilitando a captação da luz e calor vindos do meio externo. Além do aumento do intercâmbio de materiais dentro da célula, entre suas estruturas celulares, e com o meio externo.
O citosol é um constituinte do citoplasma celular, contém principalmente proteínas dissolvidas, eletrólitos, glicose, quantidades diminutas de compostos lipídicos e encontra-se em contínuo movimento, impulsionado pela contração de certas proteínas (actina e miosina) presentes no citoplasma, constituintes do citoesqueleto.

2. Objetivo

Observar o movimento citoplasmático e identificar organelas presentes em células vegetais.

3. Material

01 Folha de Elodea sp. (Planta aquática de aquário)
01 Lâmina
01 Pinça
01 Lamínula
01 Pipeta de Pasteur
01 Microscópio de Luz
01 Óleo de Imersão

3.1. Soluções

01 Gota de Água destilada

4. Procedimento

  • ·         Retirou-se uma folha inteira da planta.
  • ·         Colocou-se a folha sobre a lâmina
  • ·         Pingou-se uma gota de água sobre a folha.
  • ·         Colocou-se a lamínula sobre a folha.
  • ·         Observou-se o material no microscópio.
  •  



5. Resultados


Pode-se perceber uma nervura central e retângulos que são suas células


Foto : Emannuelle Alves -  Figura 01- Folha de Elodea sp. aumentado 4X mais do que o seu tamanho real

Conseguiu-se ver pontinhos dentro das células (retângulos)



Foto : Emannuelle Alves -  Figura 02- Folha de Elodea sp. aumentado 10X mais do que o seu tamanho real


Conseguiu-se visualizar os cloroplastos.



Foto : Emannuelle Alves -  Figura 03 - Folha de Elodea sp. aumentado 40X mais do que o seu tamanho real

Pode-se observar com maior detalhe a célula.



Foto : Emannuelle Alves -  Figura 04 - Folha de Elodea sp. aumentado 100X mais do que o seu tamanho real,


6. Conclusão

A ciclose depende de interações constantes entre actina e miosina, proteínas formadoras dos microfilamentos. A actina associa-se à miosina e, com a hidrólise do ATP, é gerado um movimento interno.

7. Referencias 

CICLOSE, Wikipédia. <disponível em>: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ciclose
VÍDEO, gravado em sala de aula <disponível em>: http://www.youtube.com/watch?v=eXvW2gjII9E http://www.youtube.com/watch?v=MD_tWX93I0I

VITAMINAS - ASCORBATO E RADICAIS LIVRES


AULA PRÁTICA N° 6

VITAMINAS - ASCORBATO E RADICAIS LIVRES

1.   Introdução


O Ácido Ascórbico ou vitamina C é bastante conhecido na mídia pelo seu papel antioxidante. Esse composto se trata de uma vitamina hidrossolúvel e é produzido do metabolismo da glicose por plantas e muitos dos animais, porém alguns, como os primatas, não o produz. As principais fontes de vitamina C são frutas como abacaxi, kiwi, acerola, limão, laranja e outros alimentos como alface, agrião, pimentão, rúcula, alho e cebola, dentre muitos outros conhecidos.
Radicais livres são átomos ou moléculas com elétrons não pareados, ou seja, falta em sua estrutura química um elétron. Por esse motivo, os radicais livres atacam outras moléculas para "roubar" elétrons e assim se tornarem estáveis. Essas moléculas atacadas se tornam radicais livres e irão tentar o mesmo com outras moléculas, estabelecendo assim uma reação em cadeia que pode causar vários danos à um organismo.

2. Objetivo
            Observar a ação da Vitamina C (ascorbato) demonstrando seu efeito no combate aos radicais livres em sua ação antioxidante utilizando um simples suco de abacate.

3.  Material
·03 frascos de penicilina
· ¼ de abacate maduro
· 25 ml de água oxigenada 30 volumes
· Almofariz e pistilo
· 01 copo
· 280 ml de água destilada
· 01 comprimido de vitamina C comercial
· 01 liquidificador doméstico
· Proveta

4.   Métodos
  • Tubo 01 – 10 mL de suco de abacate + 10 mL de vitamina C.
  • Tubo 02 – 10 mL de suco de abacate + 10 mL de água destilada.
  • Tubo 03 – 10 mL de suco de abacate + 10 mL de água oxigenada.

5. Resultados




Recipiente com 10 mL de suco de abacate com 10 mL de vitamina C


Foto : Emannuelle Alves – Figura 01


Recipiente com 10 Ml de suco de abacate + 10 mL água destilada




Foto : Emannuelle Alves – Figura 02

Recipiente com 10 mL de suco de abacate + 10 mL de água oxigenada



Foto : Emannuelle Alves – Figura 03

Nesta imagem pode-se perceber a reação da água oxigenada que se dá pelo transbordamento do mesmo.


Foto : Emannuelle Alves – Figura 04



Percebe-se a mudança na coloração, e as seguintes observações ao observar os respectivos tubos. No tubo 01 percebemos que a vitamina C preservou o suco, fazendo assim, que não oxidasse. No tubo 02 percebe-se que ouve uma pequena oxidação do material. E no tudo 03 percebe-se que a oxidação mais precoce do material.



Foto : Emannuelle Alves – Figura 05




6.   Conclusão


Devido à presença de elétrons desemparelhados, os radicais livres são altamente reativos e podem participar de reações colaterais indesejáveis, resultando em danos celulares. Pôde-se perceber isso no experimento citado através da mudança de coloração que se dá nas três fases.


7. Referências


LACERDA, G. A. Manual de Aulas Práticas em Biologia Celular. Janaúba: UNIMONTES, Faculdade de Zootecnia, 2013.